segunda-feira, 18 de julho de 2011

Lombalgia, dor lombar, dor nas costas

Este tipo de problema caracteriza-se por dor na coluna ao nível da cintura que pode, também, se irradiar para as pernas e chegar até os joelhos. A coluna é composta por ossos (vértebras) , discos intervertebrais e por nervos chamados de raízes. Qualquer uma dessas estruturas, quando afetadas, causa dor. A causa pode estar relacionada à degeneraçao discal, à artrose facetária, à espondilolise e a espondilolistese. Cada uma destas patologias serão abordadas separadamente no site.


Sintomas de dor lombar
Podemos sentir uma ampla variedade de sintomas nas costas. É possível sentir dor, queimação, pontadas, dores em faixa e também um peso na região das costas que pode descer pela coxa até o joelho. Associado a esses sintomas, podemos ter ainda fraqueza nas pernas ou nos pés.
Durante o exame, a palpação da coluna lombar baixa pode ser muito dolorosa, revelando o local do problema. Não é necessário que haja um evento desencadeante para que se comece a ter dor nas costas: ficar em pé por tempo prolongado, sentado por longo período ou levantando algo pesado são alguns dos motivos. Então, subitamente, um movimento simples, como pegar algo do chão ou mesmo dobrar o corpo, pode desencadear sintomas dolorosos e intensos. A dor lombar pode ser aguda quando iniciada há pouco tempo (cerca de um mês) ou então crônica se acontece há mais de 1 mês.
Enquanto ter dor nas costas mais de uma vez é comum, ter dor crônica prolongada não


Opções de tratamento

Muitas dores lombares podem ser tratadas segura e efetivamente por métodos não-cirúrgicos. As medicações para dor e as sessões de fisioterapia são utilizadas com sucesso para controle do quadro.
Hoje em dia dispomos de um arsenal de métodos terapêuticos não-cirúrgicos para o tratamento da dor lombar crônica. São os métodos percutâneos como infiltrações, radiofreqüência e nucleoplastias. Se os métodos não cirurgicos falham, o tratamento cirúrgico deve ser instaurado. Através dos métodos minimamente invasivos, podemos utilizar o disco artificial se não houver instabilidade, realizar uma estabilização dinâmica, ou ainda uma fusão vertebral (artrodese) para correção do segmento.

Tratamento não cirúrgico
• Medicações
• Fisioterapia
• Tratamento da dor
- Bloqueio do Ganglio de L2
- Bloqueio Peridural
- Bloqueiodas Facetas
- Radiofreqüência das Facetas
- Nucleoplastia Lombar
- Ozonioterapia

Tratamento cirúrgico
• Disco artificial (Artroplastia)
• Estabilização Dinâmica (Dinesys ,Isobar)
• Espaçador interespinhoso
• Fusão vertebral minimamente invasiva(Artrodese)
- Método XLIF
- Método ALIF

terça-feira, 14 de junho de 2011

Pilates no combate à Incontinência Urinária

A International Continence Society (ICS) define a incontinência urinária como “uma condição na qual  a perda involuntária de urina é um problema social ou higiênico  e é objetivamente demonstrável”. As causas da IU são diversas, entretanto na maioria dos casos pode-se citar a idade avançada, a gravidez, o parto, a diminuição dos hormônios femininos na menopausa, o tratamento do Câncer de Próstata e as incapacidades físicas e mentais.

As alternativas de tratamento da IU abrangem o tratamento conservador e o tratamento cirúrgico. Ainda que os avanços na ciência  ofereçam  técnicas cada vez mais específicas na abordagem da IU, o tratamento não cirúrgico vem sendo cada mais indicado pelos profissionais da área.

Nesse aspecto, ao contrário do que se ouviu há algum tempo, o Método Pilates compreende uma das técnicas que podem ser utilizadas como alternativa no tratamento conservador. Mas de que forma o método Pilates pode ser útil no combate à IU?

Tendo em vista os principais objetivos do método:  ganho de força, flexibilidade, coordenação, resistência e equilíbrio geral  do corpo, acredita-se que através do Pilates a musculatura responsável pela contenção da urina, ou seja, períneo/assoalho pélvico possa ser estimulada e obter os ganhos acima mencionados.

Entretanto faz-se necessário que os instrutores atentem com maior cuidado para essa questão ao elaborar as aulas de Pilates.

É muito importante que cada aluno de Pilates seja avaliado quanto ao grau de força do assoalho pélvico e o nível de consciência da ação dessa musculatura – que como qualquer outra, é capaz de contrair e relaxar.

Sendo assim atividades envolvendo a contração e o relaxamento do períneo podem ser inseridos num programa de exercícios de Pilates.

Torna-se essencial também que os praticantes  de Pilates sejam continuamente monitorados quanto ao padrão respiratório correto durante a atividades. A conhecida “Manobra de Valsalva” (prender a respiração durante o exercício) deve ser reprovada, pois esse ato aumenta ainda mais a pressão intraabdominal e ocasiona maior sobrecarga ao assoalho pélvico, que se fadiga mais rápido e torna-se incapaz de manter-se contraído. O resultado disso é a perda involuntária de urina – evento totalmente constrangedor e indesejável.

Vale a pena lembrar que as causas primárias da IU devem ser investigadas e tratadas, o método Pilates é válido como uma das técnicas que podem ser utilizadas para a obtenção de força e resistência da musculatura da região do períneo.

Autor: Lisiane Clemente - fisioterapeuta

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A importância da respiração na execução dos exercícios de Pilates

Imagem: Internet

No Método Pilates a respiração é essencial, de fato é um de seus princípios chave já que ajuda a controlar os movimentos, permite oxigenar os músculos, facilita a estabilização da coluna e a movimentação dos membros (outro conceito fundamental no Método Pilates) e ajuda a relaxar a musculatura e estar ciente das tensões acumuladas por todo o corpo.


A respiração é parte integral de cada exercício de Pilates, sendo sempre coordenado com o movimento de tal maneira que contribui com a direção da energia para a zona que se está trabalhando. Também, uma técnica de respiração adequada aplicada durante os exercícios de Pilates ajuda o relaxamento muscular, evitando qualquer estresse desnecessário. Por isso cada sessão de Pilates começa com alguns minutos de sensibilização na respiração para poder tomar consciência das tensões distribuídas pelo corpo e ajudar relaxar a musculatura.

O Método Pilates enfatiza a importância de manter a corrente sanguínea estabilizada. Por isso, para que a forma de respirar esteja correta, considere que a expiração deve ser forte, seguida de inspiração profunda, permitindo preencher os pulmões de ar. Quando os pulmões inalam o oxigênio eles permitem a oxigenação de cada célula através da corrente sanguínea.

Durante a execução dos exercícios de Pilates, o método utiliza uma técnica de respiração especifica que permite não somente liberar o corpo de toda a tensão desnecessária (em particular no pescoço, ombros e costas), também fazendo com que os abdominais transversos sejam trabalhados na inspiração e na expiração.

O método respiratório do Pilates permite ativar corretamente os músculos abdominais transversos conseguindo assim manter estabilidade na região lombar durante a execução dos exercícios. Com a finalidade, o método Pilates utiliza a respiração torácica ou respiração diafragmática intercostal.

O objetivo deste tipo de respiração é utilizar os músculos do tórax e das costas para ampliar a caixa torácica lateralmente permitindo assim que os pulmões se expandam, mas, sem a necessidade da expansão do abdômen. Ao expandir o abdômen durante a respiração os músculos abdominais se alongam deixando de sustentar a parte baixa das costas deixando-a desprotegida. Por isso o método Pilates enfatiza uma respiração que evite a expansão abdominal.

No Pilates, durante a respiração, é executada a inspiração pelo nariz e a expiração pela boca. Durante a inalação as costelas se abrem fazendo força para fora e para cima, ao mesmo tempo em que a coluna vertebral é esticada, preenchendo os pulmões de oxigênio. Ao inspirar é muito importante não relaxar os músculos abdominais, para evitar perder o alinhamento postural, e cuidar para não utilizar os músculos inadequados durante a execução dos exercícios.

A expiração, por sua vez, facilita a contração dos músculos abdominais, já que anatomicamente ocorre a redução da caixa torácica “para dentro e para baixo”. Ao praticar o processo de expiração o diafragma se eleva gerando assim um “empurrão” dos músculos abdominais para dentro, no qual cria um centro de energia forte, que é fundamental para o processo de estabilização.

A respiração deve ser lenta durante todo o momento, sempre de forma contínua, e procurar realizar inspirações e expirações de mesma duração para permitir o bom “intercâmbio” entre oxigênio e dióxido de carbono em todo o corpo. Como regra geral, no Pilates, a duração das inspirações e expirações variam em função do nível do aluno, sendo recomendado três tempos de inspiração e expiração para alunos principiantes, cinco tempos para alunos de nível intermediário e oito tempos para alunos avançados.

Aqui vamos apresentar um simples exercício para começar a se familiarizar com a respiração do método Pilates. Para realizar o exercício, é recomendado sentar-se confortavelmente de forma que fique relaxado em uma cadeira mantendo os pés apoiados no chão e separados da cadeira com a mesma distância. É muito importante manter as costas retas, com a coluna vertebral bem esticada e deixar os ombros leves e relaxados.

Além disso, o alinhamento do pescoço em relação à coluna é importante, deve-se aproximar o queixo ligeiramente em direção ao peito, imaginar que esteja segurando uma bola de tênis entre o queixo e o pescoço. Assim alinhar corretamente as vértebras cervicais e sentir o pescoço esticado ao limite máximo para trás.

Uma vez que esteja confortável nesta posição, deve-se colocar as mãos sobre suas costelas de tal forma que as pontas dos dedos se toquem entre elas. Feche seus olhos e comece tomando consciência da respiração colocando toda a sua atenção em tentar não mover seu peito ou abdômen.

1 – Inspiração:

Inspire pelo nariz continuando a contrair o abdômen. Observe como o oxigênio entra na caixa torácica e, com ele, como suas mãos se separam pela ação da abertura das costelas.

2 – Expiração:

Expire pela boca ativando bem seus músculos abdominais como se tentasse levar o umbigo até a coluna vertebral. Para isso imagine que seus músculos, na base da pélvis, abdominais e umbigo estão unidos por um zíper. Sente como se fechasse para cima este zíper ao expirar.

Realize uma série de 10 a 20 respirações mantendo-se relaxado, os efeitos logo serão notados.

Fonte: planetapilates.com

sábado, 19 de março de 2011

As vitaminas do complexo B e a importância nas atividades físicas

As vitaminas do complexo B são as maiores responsáveis pela manutenção da saúde emocional e mental do ser humano.


O complexo B compreende diversas substâncias que apresentam as características de se diferenciarem em sua estrutura química, em suas ações biológicas e terapêuticas e no teor de suas necessidades nutricionais. A característica em comum é que são hidrossolúveis e que suas fontes habituais são representadas por carnes, cereais, sementes, entre outros.

Vitaminas do complexo B ajudam a manter a saúde dos nervos, pele, olhos, cabelos, fígado e boca, assim como a tonicidade muscular do aparelho gastrintestinal.

Elas atuam geralmente como parte de coenzimas para participar com as enzimas, do início e do controle de vários processos metabólicos, especialmente aqueles relacionados ao metabolismo energético. Uma enzima não pode funcionar sem sua coenzima específica. Também podem ser úteis nos casos de depressão e ansiedade.

Vitamina B1 (Tiamina)

A tiamina melhora a circulação e ajuda a produção de ácido clorídrico, a formação de sangue e o metabolismo de carboidratos. A tiamina é importante para o sistema energético, crescimento e capacidade de aprendizado, sendo também necessária para a tonicidade muscular normal dos intestinos, estômago e coração. Os atletas com aumento do gasto energético podem ter suas necessidades totais de tiamina aumentadas. A deficiência desta vitamina pode causar aumento nos níveis de lactato do sangue mesmo com a ingestão adequada de carboidratos, comparando com indivíduos bem nutridos. A tiamina atua na formação de energia, sendo a coenzima nas reações que implicam na remoção de dioxido de carbono.

Vitamina B2 (Riboflavina)

A riboflavina é necessária para a formação de hemácias, produção de anticorpos, respiração celular e crescimento. Alivia a fadiga ocular (vista cansada) e é importante na prevenção e tratamento da catarata. Participa do metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas.

Vitamina B3 (Niacina, Niacinamida, Ácido Nicotínico)

A vitamina B3 é necessária para a circulação adequada e pele saudável. Vitamina B3 ajuda no funcionamento do sistema nervoso, no metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas e na produção de ácido clorídrico para o sistema digestivo. A niacina reduz o colesterol e melhora a circulação.

Vitamina B5 (Ácido Pantotênico)

Conhecido como a vitamina “antiestresse”, o ácido pantotênico atua na produção dos hormônios supra-renais e na formação de anticorpos. A utilização de vitaminas auxilia na conversão de lipídeos, carboidratos e proteínas em energia. Esta vitamina é necessária para produzir esteróides vitais e cortisona na glândula supra-renal e é um elemento essencial da coenzima A.

Vitamina B6 (Piridoxina)

A piridoxina participa de mais funções orgânicas do que qualquer outro nutriente isolado. Muitas reações do metabolismo geral são dependentes da piridoxina. É importante tanto para a saúde física quanto mental.

Vitamina B7 (Colina)

A colina é necessária à transmissão nervosa, regulação biliar e funcionamento do fígado. Minimiza o excesso de gordura no fígado, ajuda a produção de hormônio e é necessária ao metabolismo de lipídeos e colesterol. Sem colina o funcionamento do cérebro e memória ficam prejudicados.

Vitamina B8 (Biotina)

A biotina ajuda no crescimento celular, produção de ácidos graxos, metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas e utilização das vitaminas do complexo B. Quantidades suficientes são necessárias para a saúde dos cabelos e pele. A biotina pode evitar a queda de cabelos em alguns homens.

Vitamina B9 (Ácido Fólico)

Considerado um alimento para o cérebro, o ácido fólico é necessário à produção de energia e formação das hemácias.

Vitamina B10 (PABA – Ácido Paraminbenzóico)

O Paba é um dos constituintes básicos do ácido fólico e também auxilia a utilização do ácido pantotênico. Este antioxidante ajuda a proteger contra queimaduras do sol e câncer de pele, atua como coenzima na quebra e utilização de proteína e ajuda a formação de hemácias.

Vitamina B12 (Cianocobalamina)

A vitamina B12 é necessária na prevenção da anemia. Auxilia na formação e longevidade das células. Essa vitamina também é necessária à digestão apropriada, absorção dos alimentos, síntese de proteínas e metabolismo de carboidratos e lipídeos. Além disto, a vitamina B12 previne danos aos nervos, mantém a fertilidade e promove o crescimento e desenvolvimento normais. É essencial para o funcionamento da célula, principalmente no trato gastrointestinal, medula óssea e tecido nervoso. É necessária para a formação de DNA e afeta a formação de mielina.


Fonte:RG Nutri 24/11/2009 extraído do newsletter de novembro/09 da Fitness Brasil

sábado, 22 de janeiro de 2011

Pilates – prevenção ao agravamento da escoliose



O Pilates como recurso terapêutico para o portador de escoliose é viável e traz grandes benefícios. Porém, deve-se respeitar a real causa e o grau dos desvios posturais para saber se há ou não indicação deste método para cada paciente.
Escoliose é a denominação de uma deformação morfológica tridimensional, ou seja, um desvio da coluna vertebral, caracterizada pela inclinação, rotação e extensão das vértebras. É uma doença que pode se manifestar ainda na infância, na adolescência, ou começar mesmo na idade adulta. As causas são variadas e evoluem em diversos graus de lateralização e rotação vertebral.
O portador pode até não se queixar de sintomas e apenas perceber alteração na sua postura, mas é muito comum referir dores localizadas ou acompanhadas de outros sintomas associados como dormências, queimação, marcha alterada, que podem sim evoluir para sintomas mais intensos e mais difíceis de serem tratados. O mais importante a se saber, é que se trata de uma doença progressiva, e por isso, o diagnóstico e o tratamento precoce são essenciais.
O Pilates tem a capacidade de oferecer fortalecimento, alongamento e equilíbrio corporal, proporcionando melhor alinhamento vertebral, reduzindo as tensões musculares e as compressões discais, devido a flexibilidade que vai sendo adquirida pelo corpo, proporcionando alívio aos pacientes com escoliose e ainda prevenindo o agravamento da doença.
O cuidado está na hora da prática. O Pilates como método de reabilitação para escoliose baseia-se no grau da lesão, na intensidade dos sintomas, nos fatores adicionais a esta lesão e na capacidade de execução dos exercícios pelo paciente. Não deve haver sobrecarga ou dor, nem durante, nem após a execução.
O ideal é fazer uma avaliação com especialista (ortopedista e fisioterapeuta), exames adicionais de imagem, como uma ressonância nuclear magnética ou radiografia, antes de sair à procura de um estúdio. Com a aprovação de um médico e a supervisão de um fisioterapeuta especializado, a prática do Pilates se torna mais segura e mais benéfica para os portadores de escoliose.

Fonte: Revista Pilates - online

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Entrevista Record News no ESPAÇO FÍSIO PILATES

Entrevista Record News no ESPAÇO FÍSIO PILATES

http://www.youtube.com/watch?v=NgWi6Loa4kM

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Como identificar problemas posturais







Uma característica própria dos recém-nascidos é a forma de sua coluna vertebral. Quando éramos pequenos, nossa coluna era perfeitamente reta, e as curvaturas cervical, dorsal e lombar só apareceriam conforme nos tornássemos capazes de sustentar a cabeça, sentar e ficar em pé.

Ao longo da vida, no entanto, nossa coluna passa por transformações que desenvolvemos por conta dos maus hábitos que adquirimos e que acabam nos levando a sérios desvios posturais – o modo como nos sentamos em frente ao computador e a televisão; carregar mochilas pesadas; falta de exercícios de alongamento… Estas atitudes podem desencadear muitos problemas de saúde, tais como dores nas costas, enxaqueca, tensão muscular, fadiga e até mesmo estresse.

“Postura incorreta significa que seu corpo está fora de equilíbrio” diz a osteopata Anne Cooper do Centro Osteopata Newton, em Sidney. “Esse desequilíbrio quer dizer que seus músculos e seu corpo estão trabalhando muito mais que o necessário, gerando perda de energia e podendo levar a doenças.”
Mas o que é a má postura? Existem dois extremos denominados “postura excessivamente relaxada” e “postura rígida”.

Se você costuma trabalhar numa mesa de escritório é bem provável que você tem uma postura excessivamente relaxada: ombros curvados para frente, peito cavado e barriga saliente. As conseqüências disso? Uma respiração superficial, músculos atados na parte superior das costas, e tensão induzida por dores de cabeça.
No outro extremo da escala da má postura, temos a postura rígida. Quando a curva da sua coluna vertebral é exagerada, seu peito sobressai. As consequências disso são dores, tensão na parte inferior das costas e no pescoço, e, a longo prazo, uma espinha deteriorada.

E qual é a definição de uma boa postura? “É quando você é capaz de se levantar com os pés juntos e o seu peso uniformemente distribuído, sua pélvis, pescoço, espinha e cabeça em linha reta, mas não rígida” diz Anne.
Assim como o Pilates, existem muitas maneiras de atingir a postura perfeita. Pratique exercícios, atente-se a sua coluna e melhore sua qualidade de vida.


Fonte: Revista Pilates - Online